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15.2.12

+ capa dura

© Marta Nunes

Desde 2004, ano que coincide com o início do percurso académico, descobri que tinha um vício e esse vício tem um nome, Moleskine. Bem o vício propriamente dito, é rabiscar, fazer uns riscos nos tempos menos interessantes durante as aulas, quando se está no café à espera de alguém, quando se vai  e vem nos fins de semana. 
Muitos destes desenhos estão perdidos entre anotações, datas de trabalhos, referências bibliográficas, outros são parte de diários gráficos, que se tratavam de exercícios diários da visão, interpretação e técnica, muitos (aqueles que tínhamos que preencher para a disciplina de Desenho) podem ter sido sofridos, mas depois torna-se hábito e habita. Ao (re)visitar estes cadernos pretos de capa dura, encontro não só desenhos, mas também um percurso que visto, agora à distância, me conduziu até hoje.

12.4.10

+


© Marta Nunes

Pois é, tenho andado a produzir umas coisas mas ainda a aprefeiçoar, o conceito é "pimp my Moleskine" e quem quiser pode pedir para o fazer, encomendar.
Mas para já precisava que me mandassem papéis, papelinhos e papelotes.

10.8.09

+ ode ao trabalho

Este é o ar do meu moleskine neste momento... cinzento, cinzento...

7.8.09

+ ... speechless


Quando desenhar assim, posso morrer a seguir.
Belíssimo trabalho de James Jean nos seu skecthbooks.

12.6.09

+ criatividade

Como grande fã de Moleskine(s) (tendo já a minha colecção pessoal), é verdade que estes pequenos cadernos são muito úteis, não só para ter sempre à mão, para matar o tempo, para marcar as ideias e para dar asas à imaginação. São pessoais e (in)trasmissíveis, alguns são até mesmo preciosos, mas a própria marca leva o conceito ao extremo, esta imagem é exemplo como a imaginação não tem fronteiras. A resposta é do Atelyer 70. É, meus senhores muito bom.

4.5.09

+ café


Entre um café e outro, voltei a rabiscar um pequeno moleskine colorido, bem fininho, para não intimidar, porque por vezes a quantidade pode bloquear a mente e o exercício pretende ser o contrário. Pois quando a produção nos é imposta exteriormente, precisamos de escapes, de desbloqueadores, há quem vá correr, por aqui a única coisa a correr é a tinta.

9.4.09

o vício

Porque há coisas que são viciantes, já sabemos que todas as substâncias terminadas em "ina" causam dependência, mas falo sem sufixos, prefixos, nem é uma questão de semântica, é apenas algo que prende, que nos deixa por momentos alheios e felizes, em vários formatos e cores. Sem pretensões a tendência gosto de ter overdoses em tamanho A5 e A6, mais coisa menos coisa.

mole(skin)e

Como hoje está de chuva e não me apetece fotografar, desenha-se...