Mostrando postagens com marcador idei[as]. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador idei[as]. Mostrar todas as postagens

27.3.12

+ não verdades


Por todo o lado vemos uma verdade anunciada, seja qual for o seu formato.
Há sempre um anúncio de algo que vai revolucionar a nossa vida, vamos deixar de ver as coisas como as víamos até hoje, algo que vai transformar os nossos sentidos ou dar-nos anos de vida. Será que sem isso não seremos felizes, sem isso não estaremos dentro da vanguarda da comunicação, sem isso não faremos parte de uma geração que se auto numera. 

Vivemos rodeados de verdades nos jornais, nas revistas, nas televisões, nas ruas, nos autocarros. Comemos, bebemos, vestimos, usamos todas elas, mas muitas vezes não sentimos que sejam mesmo necessárias.

26.3.12

+ tiny

© Michael Pham via Foolscap Studio

Há uma certa verdade no slogan do detergente, que diz "Pequeno e Poderoso", esta coisa da escala impressiona quando também falamos de espaços pequenos, aliás o desafio é inversamente proporcional. Em espaços pequenos, não há margem para o desnecessário e tudo tem que ser pensado como o indispensável, em espaços pequenos o erro mesmo que pequeno faz o estar á medida transforma-se, rapidamente no fracasso. 

É interessante pensar o quanto vivemos "fora de escala", senão façamos o exercício rápido e simples: quando se pensa numa casa para viver, quantas divisões achamos necessárias? Em quantos metros quadrados se traduz isso? No entanto, todos nós conhecemos muito bem o movimento "anexo" em que muitas famílias acabam por "habitar" o seu espaço "casa", em áreas que são muitas das vezes 1/3 da sua habitação oficial. Gosto de imaginar que isto é uma espécie de rebeldia, mas o que é certo é que se analisarmos friamente, se realmente necessitássemos de uma casa com as quatro assoalhadas para viver, nenhum estudante universitário sobreviveria aos seus doze metros quadrados quarto/estúdio/sala/casa. 
O exercício será para o arquitecto, mostrar por A+B que as pessoas ganham mais em ter o espaço à medida e não uns números acima, não sendo sequer preciso evocar o RGEU. 

Exemplos como o Tiny Cafe, mesmo sendo um café, bem sei, levam à anterior reflexão, para nós por cá, espaços como este dariam belas "tascas", nada de mal nisso, se o conceito tasca, não tivesse implicações com condições de salubridade. Sendo um projecto mesmo "tiny", falamos apenas de 13 m2, - um quarto pequeno para muita gente, - onde se assume a pequenez mas tirando partido disso, mais uma vez a flexibilidade está presente nas soluções escolhidas e o espaço adapta-se. 

+ sustentabilidade criativa


Quando o temporário se torna confortavelmente agradável, surgem espaços como este. A flexibilidade e a criatividade são testadas quando nos surgem desafios, situações que nos obrigam a reformular, ou recriar conceitos, ideias. 


Um trabalho desenvolvido pelo Right Angle e pelo Foolscap, mostra como se podem transformar materiais em "bruto" em ambientes com conforto e esteticamente interessantes. A sustentabilidade não passa só pelo consumo de energia, mas começa logo pelas escolhas, os materiais e a forma como pensamos os espaços. Hoje em dia, mais do que nunca devemos pensar que os espaços devem ser o mais flexíveis possível, pois os usos transformam-se consoante as necessidades. 
Em tempos que rotulamos de "crise", devemos ser ainda mais criativos e reutilizar não só objectos, mas também as ideias, reciclar aquelas que são pré-concebidas e pensar que amanhã tudo pode ser diferente.

Enquanto arquitectos, devemos pensar nesse carácter mutável dos espaços, sendo eles estruturas fixas, a criação de conceitos/formas que possam dar essa resposta adaptável é o desafio em que devemos concentrar as nossas energias renováveis.



20.2.12

+ coisas reais

"Às vezes inverto aquela máxima e digo que o optimista é um pessimista mal informado. Eu sujo as mãos, mas faço-o descomprometidamente."
© Manuel António Pina


Quando ainda estudava, o cenário sobre como as coisas estavam, não era camuflado. Uma profissão onde já se assistia a uma saturação de mercado, a dita "crise" chegava não por falta de capital, mas por excesso de pessoas.


A Arquitectura dá status, para muita gente ser-se arquitecto é ser tratado como senhor arquitecto, é ter um desemprego com título, não somos desempregados, somos arquitectos sem trabalho. No entanto, a Arquitectura nunca foi o glamour que muitos correm atrás, aliás é muito mais séria do que outra coisa qualquer que possam pensar. O arquitecto, é o tipo que trabalha sem horários, esfalfa-se para cumprir exigências de todos os lados e ganha o que lhe pagam, para pagar as suas contas, por isso, a frase do António Pina não podia cair aqui melhor. 

Mas se há coisa positiva, nisto de se ser arquitecto(a) é que nós sabemos nos reciclar, ou seja, em cada arquitecto(a) que se "perde", ganha-se novo talento, desde música, moda, ilustração, design, investigação, ensino, da geometria à poesia, da astronomia ao vanguardismo na pintura.  

8.6.11

+ da arquitectura

© Marta Nunes

Quando pensamos em tempo, podemos fazer várias associações, na arquitectura o tempo actua sobre a obra mas também sobre nós. Estamos no tempo em de deixaram de existir estilos, passando a haver linguagens, e é nessa linguagem que o arquitecto deve procurar responder ao tempo em que produz o objecto arquitectónico. Não podemos acreditar que se domina o tempo, mas podemos o usar como representação do nosso pensamento, sendo que quando se cria um objecto arquitectónico há 3 tempos a ter em conta: passado, presente e futuro.

Sendo então a arquitectura representação, o passado é visto como memória, envolvente que molda a área de intervenção, contexto; o presente é a "minha linguagem", a minha interpretação desse contexto, traduzida numa solução que responda a um programa; o futuro é sempre a apropriação e a interpretação dos outros perante o objecto, como a busca de sentido.

(trabalho ainda em desenvolvimento)


7.6.11

+ sobre criatividade


O que é preciso para ter uma boa ideia?
Neste momento, acho que realmente importante na formula são os 5%, que é ficar desligado da internet por 90 minutos consecutivos. Há quem defenda que a internet ajuda, para pesquisar, para ir buscar referências, mas o que é verdade é que em 3 horas de trabalho efectivo, 2 foram passadas na internet a deambular. É bom ter em atenção que o talento está nos 0,5% e ainda é somada inspiração divina, que 7,5% de sorte é expressivo, mas para aqueles que pensam que se safam, este número é muito abaixo dos 60% que acham que têm, e sim, 87% é trabalho, esforço. 

"Creativity is like chasing chickens.”  Christoph Niemann


2.6.11

+boas ideas, bom design



Para se falar de sustentabilidade, temos sempre que nos voltar para a natureza e perceber como esta, quando não perturbada pelo homem, se renova e se completa ciclicamente. O homem como ser natural, também faz parte desse ciclo e a sua rotina, dieta é cíclica. 
Quando pensamos em tudo o que consumimos, podemos perceber que a grande parte são produtos frescos, mas que estes vieram do outro lado do mundo e dentro de várias caixas e contentores, toda esta energia foi gasta, tudo isto também vai influenciar um ciclo. Eu sei, não podemos ser fundamentalistas mas também não podemos achar que isto é tudo normal.
Flow 2 é uma cozinha desenhada e pensada pelo studio GORM e é de uma forma simples, que até uma criança do ensino básico percebe, uma estrutura desenvolvida no conceito do ciclo natural das coisas. Aqui a natureza e a tecnologia relacionam-se em simbiose num ciclo natural, onde a energia, água, desperdícios são usados de forma eficiente, sendo tudo aproveitado. Os mais cépticos podem dizer que isto não é assim tão simples, resposta é, mas é claro que há que mudar hábitos. Não precisamos agora todos de comprar a cozinha Flow 2 para contribuirmos, e que tal, começar a reciclar ou escolher produtos frescos não embalados, ter um saco de pano todo catita para ir às compras. 
Flow 2 mostra também que mesmo pensando no ambiente, o design não precisa de ser uma mimese da natureza não, o design precisa de ser inteligente e aqui está a prova disso. Para os mais cépticos aconselho este vídeo.

16.4.10

+






¿ɐʇsıʌ ǝp oʇuod o ɹɐpnɯ soɯɐʌ





12.4.10

+ Sky Planter



Não, não está a ver esta as fotografias ao contrário é mesmo assim, este Sky Planter.

"Insatisfeito com o conceito de as plantas figurarem em cantos perdidos das salas, Patrick Morris coloca o jardim acima das nossas cabeças, proporcionando-nos uma perspectiva única da Natureza no interior da nossa casa.
A montagem e manutenção do Sky Planter é muito simples, podendo este sistema ser aplicado no tecto ou na parede. Para além de poupar espaço, leva 80% menos água que uma planta aplicada do modo convencional e apenas precisa de ser regada, uma a duas vezes por mês."


+


© Marta Nunes

Pois é, tenho andado a produzir umas coisas mas ainda a aprefeiçoar, o conceito é "pimp my Moleskine" e quem quiser pode pedir para o fazer, encomendar.
Mas para já precisava que me mandassem papéis, papelinhos e papelotes.

17.3.10

+ 4 à 4ª


© Marta Nunes

Mais um programa hoje às 22, desta vez só vozes femininas foram convidadas, Beach House, Nina Simone, Joanna Newson, CocoRosie entre muitas outras e a minha também, let's be the guest.
Num lugar perto de si.

24.2.10

+ uma loja de estar

© Marta Nunes

Hoje fui buscar estas duas peças que comprei na loja de estar, e são uma delícia...
Parabéns à Sandra e Sílvia pelo espaço e pela encomenda tão bem acondicionada.

+ ...














19.2.10

+ b. ok


© Marta Nunes

Hoje é assim, boa sexta-feira, com o fim-de-semana à espreita.
Learn something new everyday pode ser uma boa maneira de ver uma semana.


18.2.10

+ no clic's

© Marta Nunes

Já não fotografo há algum tempo, não sei porquê mas os dias frios inibem não só o corpo de se mover, mas também a minha vontade, talvez esteja aqui o motivo, o frio... Ter as mãos geladas não é mesmo agradável, assim a máquina tem ficado na estante, as poucas fotografias são interiores e já quando não há muita luz, porque o sol esse anda muito escondido por aqui.
Estou à espera da Primavera para ver se a vontade floresce.

9.2.10

+ ideias e novidades

© Marta Nnunes

Experiências para cartões, cadernos e caderninhos, ideias soltas para projectos concretos, gostam?
Hoje sinto-me cá uma "artista"!

Artista à séria, é a Ana e esta gravura.
Vejam o magnetismo da Cristina na Magnética.
A Pormenores na qual tenho todo o prazer de colaborar, volta com a 5ª edição e meus amigos vale a pena ficarem ansiosos.


18.11.09

+ No

encontrada no ffffound

Ontem foi o dia do não... e agora são mais mulheres a fumar.
Mas isso não invalida uma boa imagem.

5.8.09

+ !

A ideia é simplesmente divertida, há 4 à escolha e sem dúvida que estes me fizeram sorrir, "can't believe in this shit". Podem adquirir aqui.