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30.3.12

+ pop'ing up


© Marta Nunes

Guimarães é capital da cultura, e, como tal, surgem pop up's, convidam-se as pessoas a participar, ocupar e criar. O conceito "Tu fazes parte" é no activo.

15.2.12

+ capa dura

© Marta Nunes

Desde 2004, ano que coincide com o início do percurso académico, descobri que tinha um vício e esse vício tem um nome, Moleskine. Bem o vício propriamente dito, é rabiscar, fazer uns riscos nos tempos menos interessantes durante as aulas, quando se está no café à espera de alguém, quando se vai  e vem nos fins de semana. 
Muitos destes desenhos estão perdidos entre anotações, datas de trabalhos, referências bibliográficas, outros são parte de diários gráficos, que se tratavam de exercícios diários da visão, interpretação e técnica, muitos (aqueles que tínhamos que preencher para a disciplina de Desenho) podem ter sido sofridos, mas depois torna-se hábito e habita. Ao (re)visitar estes cadernos pretos de capa dura, encontro não só desenhos, mas também um percurso que visto, agora à distância, me conduziu até hoje.

5.1.12



© Marta Nunes

2012 começou e com ele novos desenhos. 

23.11.11

27.10.11

+ ilustra

© Marta Nunes

Green wish

4.10.11

+


© Marta Nunes


Nunca gostei de desenhos bonitos e sempre tive um jeito para me lembrar de caras.
O desenho valoriza os processos intuitivos e instintivos, sensoriais e quem desenha sabe que cada desenho é único, de um momento único, de uma circunstância de síntese. A percepção vai determinar a nossa forma de apreender a realidade, e a representação é a expressão da personalidade, o traço é igualmente único.
Por isso, gosto de desenhar caras, sejam elas imaginadas ou reais, para mim o desenho é como o pensamento, uma linha contínua, mas que às vezes precisa de pausas para escolher uma ou outra palavra. Intuitivamente, procuro as formas/traços fortes de cada rosto, e como se num único gesto quase que cego, transformo-o em memória física. Só depois penso em cores, plasticidades, o que me interessa é a linha, mesmo fluída procura a proporção.

21.9.11

+

© Marta Nunes

15.9.11

+ work (in) process


© Marta Nunes

Em tempos de crise trabalham-se os talentos.

21.7.11

+ cidades invisíveis




O trabalho de Amy Casey faz-me lembrar as Cidades Invisíveis do Italo Calvino.

"- As cidades também acreditam ser obra da mente ou do acaso, mas nem um nem o outro bastam para sustentar as suas muralhas. De uma cidade, não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas."

8.9.10

+ Textos e pretextos



© Marta Nunes


Numa fase em que a criatividade está em modo automático, a simplicidade de um traço surge quando se (re)visita o trabalho, coisas que foram feitas e colaborações. A "ronda da noite" como mote.


21.6.10

+ um por dia...



© Marta Nunes


Exercício necessário ao normal funcionamento da mente.


18.6.10

+




© Marta Nunes



17.6.10

+ diária


© Marta Nunes


Diário gráfico, há memórias que têm que ser desenhadas, tudo que vejo, imagens, espaços, filmes, vídeos, pessoas e objectos...

7.8.09

+ ... speechless


Quando desenhar assim, posso morrer a seguir.
Belíssimo trabalho de James Jean nos seu skecthbooks.

2.7.09

+ 30


"O primeiro modelo do mais popular leitor portátil de cassetes chegou às lojas há 30 anos. O aparelho era azul e cinzento – e substancialmente maior do que qualquer moderno leitor de áudio.
O Walkman foi o primeiro aparelho a massificar a música portátil. Mas, no que à tecnologia diz respeito, está longe de ter sido pioneiro." in Público

Mas todos já tivemos um e na altura era do melhor que havia, sim senhor. Muitas cassetes ainda tenho guardadas como verdadeiras relíquias, o velhinho walkman também. Ahh e ainda funciona.

25.6.09

+



© Marta Nunes

Ela está sempre à sua espera, sente que a sua presença poderá novemente ser vivida, bem como o seu cheiro, o seu abraço, o seu sorriso. Ela espera-o.

6.6.09

+ aniversário

Porque quando um amigo faz anos, fazemos questão de não esquecer, aliás de recordar, por isso queremos que ele também não se esqueça, recorde que estivemos lá e estaremos. As prendas podem ser muitas, quando até sabemos o que pode agradar, mas nada como algo pessoal e único, pois a amizade é tudo isso. Parabéns senhor arquitecto.

15.5.09

+

Primeira ilustração publicada na revista Pormenores.

9.4.09

mole(skin)e

Como hoje está de chuva e não me apetece fotografar, desenha-se...

18.9.08

Tu és...


o meu Avô