© Martina Gemmola (via Dezeen)
Quando o temporário se torna confortavelmente agradável, surgem espaços como este. A flexibilidade e a criatividade são testadas quando nos surgem desafios, situações que nos obrigam a reformular, ou recriar conceitos, ideias.
Um trabalho desenvolvido pelo Right Angle e pelo Foolscap, mostra como se podem transformar materiais em "bruto" em ambientes com conforto e esteticamente interessantes. A sustentabilidade não passa só pelo consumo de energia, mas começa logo pelas escolhas, os materiais e a forma como pensamos os espaços. Hoje em dia, mais do que nunca devemos pensar que os espaços devem ser o mais flexíveis possível, pois os usos transformam-se consoante as necessidades.
Em tempos que rotulamos de "crise", devemos ser ainda mais criativos e reutilizar não só objectos, mas também as ideias, reciclar aquelas que são pré-concebidas e pensar que amanhã tudo pode ser diferente.
Enquanto arquitectos, devemos pensar nesse carácter mutável dos espaços, sendo eles estruturas fixas, a criação de conceitos/formas que possam dar essa resposta adaptável é o desafio em que devemos concentrar as nossas energias renováveis.


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