«Para mim, também as casas são velhas amigas. Quando passeio, cada uma delas parece correr ao meu encontro na rua: olha-me com todas as suas janelas, dizendo-me algo como isto: "Bom dia! Como estás? Eu vou bem, graças a Deus, muito obrigada! Em Maio vão-me aumentar um andar." Ou: "Como vais? Amanhã vou entrar em obras." Ou: "Estive quase a arder e tive bastante medo." E outras coisas semelhantes.
Tenho algumas perferidas, íntimas. Uma delas tem intenções de fazer uma cura, neste Verão, nas mãos de um arquitecto. Irei vê-la todos os dias, não vá ele matá-la; nunca se sabe.»
Tenho algumas perferidas, íntimas. Uma delas tem intenções de fazer uma cura, neste Verão, nas mãos de um arquitecto. Irei vê-la todos os dias, não vá ele matá-la; nunca se sabe.»
3 comentários:
Agora deste completamente cabo de mim...
Então pq?
Porque amo Dostoievski, amo Sufjan Stevens, e amo essa versão.
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