
Foto retirada do site www.olhares.com, da autoria de rapariguinhazul
Ontem matei um sujeito, dois verbos, uma meia dúzia de nomes comuns e abstractos e uns quantos artigos mais ou menos definidos.
Foi simples peguei numa caneta e convidei-os para uma amena conversa sobre uma decorada mesa, com folhas dispostas caoticamente. Numa delas recebi-os, dei-lhes forma, organizei-os, atribui-lhes sentido, deixei-os repousar e acreditarem que ali podiam permanecer, viver, depositar.
Então peguei rasguei-lhes a certeza e lancei-os à realidade... foi assim que assassinei uma frase inteira.
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