A Arquitectura na beleza e essência é uma ideia, que depois de construída ganha uma forma, uma forma que se molda pela luz e pela gravidade.
“A forma em si mesma não existe.” A ideia surge como a base de toda a Arquitectura, esta é composta e movida por ideias, quando em Arquitectura surge uma forma a sua existência é a materialização de uma ideia, não há formas sem ideias. “A forma não é o objectivo do nosso trabalho, mas só o resultado.” Como dependente da existência de uma ideia, a forma não é o objectivo da Arquitectura mas sim o resultado da construção dessa ideia, uma ideia que ganha corpo. A ideia é uma síntese dos vários elementos que compõem a Arquitectura, uma ideia que se constrói, pois a arquitectura necessita como qualquer outra actividade criadora, de ideias que a sustentem. No entanto, estas deverão ser capazes de ser traduzidas com materialidade, como formas.
Assim sendo, depois da materialização da ideia a forma só existe se nela estiver presente a luz, a luz como matéria que se molda e transfigura os espaços e as formas, “ a luz constrói o tempo”. A luz no seu diálogo com os elementos materiais que esboçam a forma define o espaço construído por esse esboço. Esta luz, construtora do tempo é a única capaz de dar tensão a um espaço, criando uma relação deste com o homem, suscitando-lhe emoções.
“Nossos olhos são feitos para ver as formas sob a luz.”
Le Corbusier – “Por uma arquitectura”
“A forma em si mesma não existe.” A ideia surge como a base de toda a Arquitectura, esta é composta e movida por ideias, quando em Arquitectura surge uma forma a sua existência é a materialização de uma ideia, não há formas sem ideias. “A forma não é o objectivo do nosso trabalho, mas só o resultado.” Como dependente da existência de uma ideia, a forma não é o objectivo da Arquitectura mas sim o resultado da construção dessa ideia, uma ideia que ganha corpo. A ideia é uma síntese dos vários elementos que compõem a Arquitectura, uma ideia que se constrói, pois a arquitectura necessita como qualquer outra actividade criadora, de ideias que a sustentem. No entanto, estas deverão ser capazes de ser traduzidas com materialidade, como formas.
Assim sendo, depois da materialização da ideia a forma só existe se nela estiver presente a luz, a luz como matéria que se molda e transfigura os espaços e as formas, “ a luz constrói o tempo”. A luz no seu diálogo com os elementos materiais que esboçam a forma define o espaço construído por esse esboço. Esta luz, construtora do tempo é a única capaz de dar tensão a um espaço, criando uma relação deste com o homem, suscitando-lhe emoções.
“Nossos olhos são feitos para ver as formas sob a luz.”
Le Corbusier – “Por uma arquitectura”
“A gravidade constrói o espaço” a materialidade da forma tem uma gravidade intrínseca, os elementos que a compõem dão-lhe esse carácter, esse peso, definindo o espaço. É a materialidade da ideia construída supra citada em que a gravidade constrói o espaço, assim sendo a forma adquire corpo.
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