30.4.08

Andrea's sketchs




Andrea Joseph's fiquei simplemente apaixonada, emocionada...

Beleza do traço finlandês





O seu nome é Hanna Konola, nasceu em Abril de 1981, vem da Finlândia, bem como o seu delicioso trabalho, os delicados desenhos, as impressões suaves e de uma simplicidade pueril.

Outra companheira de aventuras gráficas é Anna Emilia Laitinen também da Finlândia e o seu trabalho faz-se assim:

29.4.08

Inocência


Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...

Alberto Caeiro

with feet on the ground



Violência institucional e poética



Poética é a violência dos artistas que chamam a si e activam, com o objectivo de os subverter, os signos e as situações em que o desejo da sociedade de institucionalizar as relações de poder se manifesta e desse modo se torna acessível ao artista.
Anne-Lise Coste reescreve, num processo literalmente infindável, palavras e frases pré-fabricadas para a expressão das preocupações mais íntimas; Tatjana Doll pinta peças de sinalética pública que são utilizadas no exercício do controlo sob a forma de empresas públicas; Erik van Lieshout produz vídeos que o mostram inserindo-se em diversas situações de conflito que assim acabam por revelar-se.

Saiba mais em

"Arquitectura em Lugares Comuns"





03 de Abril a 07 de Maio
Arquitectura em Lugares Comuns
Dafne Editora & DAAUM
ExposiçãoPalácio Vila Flor
Todos os dias excepto 2ª feira
Entrada gratuita

A exposição “Arquitectura em Lugares Comuns” procura apresentar soluções inovadoras para áreas inseridas no difuso Vale do Ave. A exposição acompanha o Seminário Internacional Aproximações para Lugares Comuns e resulta tanto dos conteúdos dos trabalhos apresentados no Concurso de Ideias Transições no Vale do Ave, como de elementos descritivos produzidos para acompanhar a publicação síntese do evento, nomeadamente fotografias produzidas para o efeito.
+ info na Oficina

28.4.08

Texturas Dictómicas


Há sentidos que se despertam, numa memória sensorial, não é preciso tocar para saber em que difere esta textura dictómica.

A frescura e suavidade das primeiras folhas de uma árvore, o seu aroma suave e a cor forte, o calor e a rugosidade dos primeiros pedaços de madeira armazenados, o seu aroma seco e a cor pálida. Pedaços de um denominador comum que me despertam o corpo.

Indie,o que esperam?



"O INDIELISBOA é um local privilegiado para a descoberta de novos autores e tendências do cinema mundial e integra uma competição de longas e curtas metragens de novos realizadores.
Mantendo o seu foco na criatividade e independência dos autores, em apenas quatro anos, o INDIELISBOA é já reconhecido como um dos mais importantes festivais de cinema em Portugal."

Estavam à espera de quê?
Ficar em casa?

O CorpotraçoCorpo de Alice



O seu nome é Alice Valente e traço a traço dá corpo a um trabalho, que tem o corpo como tema. O corpo que o constroi, o corpo que alberga o pensamento e as ideias, o corpo que nos liga e o corpo que nos separa.
Dar corpo aos sentimentos, às palavras, à poesia, à pintura... poder tocar nos sentimentos, beijar as palavras, abraçar a poesia e provar a pintura, tudo porque Alice lhes deu corpo.

Para mais informações sobre a exposição :
aqui.

27.4.08

Arquitectura doente?

"A arquitectura está doente.

Temos a tendência de perder a noção de que a nossa formação permitiu no passado sermos os grandes interlocutores entre um sistema político económico estabelecido e o habitat humano. Mas hoje somos involuntariamente reféns das leis de um mercado pouco exigente que também ajudamos a criar numa sequência de causa efeito. Os instrumentos e as respostas que sempre caracterizaram a arquitectura estão hoje empobrecidos. Os projectos para as nossas cidades flutuam entre um processo impessoal irresponsável e claramente especulativo, e a obra de arte, marca individual de autor, ou é oito ou oitenta."
IN SUSTENTÁVEL ( I )
NADIR BONACCORSO