Já tinha dado com o trabalho da Helen Rödel há alguns meses, hoje por causa de uma conversa, lembrei-me novamente do seu trabalho e resolvi partilhar. Para além das peças belíssimas, fascina-me o processo criativo e lento da estilista brasileira, "As formas são estruturadas e limpas e em sua maioria ajustadas e as cores, vibrantes, em combinações irresistíveis. Os fios são tecnológicos, em três estruturas e aspectos distintos : extremamente elásticos e opacos; estruturados e luminosos; e os sedosos, maleáveis e brilhantes."
27.10.11
12.10.11
+ Dresscode
Há muito tempo que não encontrava uma tão boa compilação de humor sobre arquitectura, porque como em tudo rir é o melhor remédio, ficamos mais novos e dizem que faz bem. Talvez seja essa a solução, para a crise, rir pelo menos hoje.
4.10.11
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© Marta Nunes
Nunca gostei de desenhos bonitos e sempre tive um jeito para me lembrar de caras.
O desenho valoriza os processos intuitivos e instintivos, sensoriais e quem desenha sabe que cada desenho é único, de um momento único, de uma circunstância de síntese. A percepção vai determinar a nossa forma de apreender a realidade, e a representação é a expressão da personalidade, o traço é igualmente único.
Por isso, gosto de desenhar caras, sejam elas imaginadas ou reais, para mim o desenho é como o pensamento, uma linha contínua, mas que às vezes precisa de pausas para escolher uma ou outra palavra. Intuitivamente, procuro as formas/traços fortes de cada rosto, e como se num único gesto quase que cego, transformo-o em memória física. Só depois penso em cores, plasticidades, o que me interessa é a linha, mesmo fluída procura a proporção.
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