
"Como todas as figuras absolutamente singulares, Pina Bausch resiste às definições. Mas Fellini, que lhe deu um papel em O Navio, deixou-nos uma bela tentativa: "Uma monja com um gelado, uma santa com patins, um rosto de rainha no exílio, de fundadora de ordem religiosa, de juíza de um tribunal metafísico, que de repente nos pisca o olho..."
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