"Fecho os olhos e vejo-te. Vens a mim quando te não quero. Há coisas que se não devem querer. Tu és uma delas, doce veneno.
Agora já não há segredos. Corremos sem saber se vamos a tempo de saltar. Se queremos.
Nesta existência precipitada, imprevisível. De noite. Pequenos nadas."
Agora já não há segredos. Corremos sem saber se vamos a tempo de saltar. Se queremos.
Nesta existência precipitada, imprevisível. De noite. Pequenos nadas."
Pedro Paixão, in "Nos teus braços morreríamos"
Um comentário:
Días sem cá vir, tinha ido passear pelo campo ... que bom voltar !
Postar um comentário