22.5.08

Dois planos




Entre o plano horizontal chão e o plano vertical céu tudo se insere à escala humana, as ruas, as praças, os parques, os edifícios em todas as suas funções e dimensões. Habitamos este mundo de dois planos ao qual adicionamos o tempo e o espaço, para uma completa percepção e vivência.

Mini(malista)



LINHAS, GRELHAS, MANCHAS, PALAVRAS: DESENHOS DE ARTE MINIMALISTA NA COLECÇÃO DO MoMA
10 Mai - 22 Jun 2008 - MUSEU

A exposição “Linhas, grelhas, manchas, palavras” reúne uma selecção de desenhos da Colecção do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Todos os desenhos apresentados partilham uma composição simples, impessoal e minimalista. A linguagem da arte minimal inclui linhas rectas, utilização de cores primárias e formas geométricas organizadas em colunas, grelhas e/ou sequências repetitivas. Com particular ênfase na escala e na percepção, os artistas minimalistas privilegiam a experiência física do espectador ao contrário de demonstrações de expressão artística. Embora estes critérios sejam relativamente mais simples de utilizar em objectos que vieram a definir a arte minimal, são por vezes mais complexos de identificar no que respeita estudos, esboços e outras obras em papel. Em desenho, o físico e o táctil são antes visíveis sob a forma de pequenas inconsistências, tomando a aparência de erros que suavizam o anonimato das linhas e grelhas.

Com início na década de 1960, quando a linguagem formal da arte minimalista estava estabelecida, a presente exposição pretende traçar a evolução dos aspectos formais (linhas isoladas, grelhas, monocromáticos e texto) e dos aspectos individuais (rasgar, dobrar e rabiscos) da expressão experimental à sua codificação como convenção ou instrumentos disponíveis para apropriação pelas seguintes gerações de artistas.


19.5.08

A cor(cidade)




Cores da cidade que para não se pintar de branco, salpica-se de tons celestes e terrestres, torrados e enferrujados, a cidade que vive não tem só uma cor, não é monocromática, é todas as cores, do primário ao composto... composta de movimento, de transformações das naturais às induzidas... incida-se cor.

Charles-Edouard Jeanneret, quem? Le Corbusier!



A exposição "Le Corbusier, Arte da Arquitectura", grande retrospectiva sobre a obra de Charles-Edouard Jeanneret (1887-1965), considerado um dos arquitectos mais importantes do século XX, abre hoje 19 de Maio no Museu Colecção Berardo, em Lisboa.

Dividida em três módulos, a exposição contém maquetas, pinturas, esculturas, desenhos e edições originais do arquitecto, urbanista, pintor, designer e coleccionador francês de origem suíça conhecido pelo pseudónimo Le Corbusier.

"Le Corbusier, Arte da Arquitectura" - criada pelo Vitra Design Museum (Alemanha) em colaboração com o Royal Institute of British Architects (RIBA) e o Netherlands Architecture Institute (Holanda) - estará no Museu Colecção Berardo, no Centro Cultural de Belém, até 17 de Agosto.

16.5.08

time is running out




O contra relógio...
os últimos dias têm sido dedicados ao que aqui se revela, working days...

9.5.08

Desassossego azul



Desassossego em mim
[insónia]
a ideia de não conseguir voar,
quando se está em queda livre.

Um medo estala,
uma tristeza cai [morta].

6.5.08

Alice(s)



Alice caiu das escadas,
tinha uma asa na mão
tropeçou e caiu
a asa partiu quando beijou o chão.

imagem @ fffound

2.5.08

It's the social, stupid!


Os responsáveis estão aqui.

1.5.08

Three trees




Escolhi este título para esta fotografia por razões óbvias, mas a título de uma curiosidades titular, Three trees pode ser mais que um título de uma composição fotográfica.

A título de curiosidade:
[Three trees don't make a forest is a not for profit enterprise set up to help everyone involved in design and advertising to rethink their working cultures and start to produce sustainable creative solutions that really work.]

Hoje começa...

Maio maduro Maio
Quem te pintou
Quem te quebrou o encanto
Nunca te amou
Raiava o Sol já no Sul
E uma falua vinha
Lá de Istambul