23.3.08

Bem(vinda) Primavera



Contrariamente, ao que possam estar a pensar esta fotografia não teve nenhum tratamento especial, aliás não teve tratamento algum, foi mesmo assim que surgiu a primavera este ano.

20.3.08

Rauschenberg, Pomar e Alvess



Infelizmente, desta vez nao foi possível fotografar as exposições que estavam em Serralves, mas apesar disso, foram três deliciosas impressões expressivas de três artistas completamente diferentes, mas unidos por uma década - os anos 70 - por uma profissão e por uma paixão. Neste espaço podem ver Robert Ruschenberg, Júlio Pomar e Alvess três visões de um mesmo mundo, vale muito a pena.

18.3.08

Homenagem a Oscar Niemeyer


Homenagem a Oscar Niemeyer - 100 anos de vida 70 de arquitectura

A Delegação de Castelo de Branco das Ordem dos Arquitectos organiza uma homenagem ao arquitecto Oscar Niemeyer na Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco.
Os arquitectos Alexandre Alves Costa, Gonçalo Byrne, Nuno Teotónio Pereira, Sergio Fernandez e Álvaro Siza Vieira participam com comunicações.

Programa provisório [aqui]

12 de Abril de 2008
Escola Superior de Tecnologia
Instituto Politécnico de Castelo Branco
Avenida do Empresário

17.3.08

Liberdade de escolha

"Realmente, se um dia de facto se descobrisse uma fórmula para todos os nossos desejos e caprichos - isto é, uma explicação do que é que eles dependem, por que leis se regem, como se desenvolvem, a que é que eles ambicionam num caso e noutro e por aí fora, isto é uma fórmula matemática exacta - então, muito provavelmente, o homem deixaria imediatamente de sentir desejo. Pois quem aceitaria escolher por regras? Além disso, o ser humano seria imediatamente transformado numa peça de um orgão ou algo do género; o que é um homem sem desejos, sem liberdade de desejo e de escolha, senão uma peça num orgão?"

Fiodor Dostoievski, in "Cadernos do Subterrâneo"

Prenúncio de Primavera

16.3.08

0+6 Possilidades

Utilidade da Arquitectura @ Dafne Editora

0. A arquitectura não serve para nada.
1. A arquitectura é um serviço: os arquitectos fazem objectivamente melhor.
2. A arquitectura serve para muito pouco, face à preponderância do uso.
3. A arquitectura é um serviço cuja definição é de ordem puramente técnica ou política.
4. Em essência, a arquitectura não serve para nada: é arte.
5. A arquitectura não se destina a servir, mas antes à acção crítica.
6. A arquitectura pode servir e, simultaneamente, ter dimensão crítica.

José Capela (Moçambique, 1969), arquitecto (FAUP, 1995), foi colaborador do Atelier 15 (1996-2000) e leccionou na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1999-2000) e no Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho (desde 2000). Prepara tese de doutoramento sobre arquitectura e conceptualismo. É co-fundador, co-director artístico e cenógrafo da mala voadora.

NADA para ler


"Esta publicação quadrimestral ensaia um jogo subtil das ligações entre arte e ciência tendo a atravessá-las a tecnologia e, como envolvente atmosférica, a sociedade info-capitalista exponencial nos nódulos urbanos ultraconcentrados que se espelham na nossa indiferença digital e asseptímia.(...) Não pretendemos aqui integrar o que não é integrável, também amamos o que se desintegra, e muito menos aderimos a paradigmas transdisciplinares ou que servem para tudo e mais alguma coisa. Pelo que acarinhamos a diversidade, que nesta publicação é suportada por um feixe de problemas ligados à retirada do ser, à demanda da tecnocultura e da sociedade informacional em rede, ao pós-humano e no fundamental por uma espécie de afinação inextrincável dessa diversidade.(...)"

Lugar à mentira

A arquitectura funciona por um processo mecanicista, logo para ficar bonita tem que mentir.
(Eduardo Souto Moura, in Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007)

15.3.08



"Num meio-dia de fim de Primavera / Tive um sonho com uma fotografia"
Alberto Caeiro

8.3.08

O poder do desenho


Desenhar é algo simples, um gesto, que nos é familiar, para lá dos interesses, das ideias, da idade, da actividade ou da criatividade.

O primeiro contacto é ainda quando somos pequenos, desenhamos quase distraidamente, impulsivamente como a linguagem, independentemente do material, com que desenhamos ou onde deixamos "impresso" o nosso desenho. O desenho acompanha-nos desde daí e acompanha igualmente a nossa construção e formação, à medida que vamos crescendo e a consciência de nós é aprofundada, a consciência do nosso desenho aprofunda-se de igual forma.

O desenho está intimamente ligado a nós e ao momento em que este é condensado, sendo o desenhar o meio mais fácil de aceder às imagens armazenadas no nosso inconsciente, uma tradução da imaginação simbólica, uma relação abstractizante para estabelecer relações ente os valores simbólicos e os valores formais.

Mas há algo de fascinante no desenho, que nos faz descobri-lo intuitivamente, este pode revelar-se guia num processo de descoberta, pensamento, diálogo e expressão, permitindo desta forma que possamos expressar, libertar e comunicar pelo desenho.

This year i want one for Xmas...

7.3.08

Verborreia 4/10

Trago um caderno no bolso...
Penso perdida no caminho, na dimensão do tempo.
Atraso para alguma coisa ou a antecipação algo... penso nisso quando tropeço nas ideias.
Caminho, encontro acidentalmente alguém conhecido, conversamos por instantes, algum tempo, não me deixo condicionar por ele, mas ele está sempre presente, o tempo, penso novamente nisso quando de relance consulto as horas, o atraso, despacho-me numa despedida eficaz e sem parecer forçada, lanço-me para onde deveria estar... raios detesto estar condicionada pelo peso das horas, apresso o passo e o peso aumenta dos minutos.
Mas acabo por chegar... coisas interessantes, ideias, discussão, formação e...
não é que não tenho caneta.

1.3.08

Magnetic Curtain


Agora pode-se moldar a cortina como quiser, esquecer o subir e descer, afastar, ajustar, a Magnetic Curtain tem incorporado um sistema magnético que permite simplesmente ajustar como se desejar, simples, inovador e bonito, apenas "puxe and pull".